Os melhores livros de viagem

Os melhores livros de viagem

O Alquimista

Paulo Coelho

É uma história simples mas encantadora. Um daqueles que te apanham e não consegues parar de ler. Senti-me muito identificado com o caminho escolhido pelo seu protagonista: ele quer conhecer o mundo e a razão da sua vida foi viajar. Apesar da opinião de seus pais, ela deixa tudo e vai em busca de seu tesouro. Ele inspira e motiva-nos a ir atrás dos nossos sonhos. Fala directamente ao coração.

“É precisamente a possibilidade de realizar um sonho que torna a vida interessante.

Siddharta

Herman Hesse

“Lembre-se, meu amigo, que o mundo das formas é transitório, temporário, especialmente com nossas roupas, nossos cabelos e nosso corpo inteiro. “

Siddhartha do escritor Hermann Hesse é um livro de viagens de culto, revelando àqueles que procuram conectar-se consigo mesmos, buscando realização pessoal, espiritualidade, o verdadeiro eu, ou seu lugar neste mundo; e uma leitura agradável identificando aqueles que seguiram os passos de Siddhartha na busca da identidade, do essencial e do verdadeiro. Um livro cheio de perguntas, reflexões filosóficas e ensinamentos chave da vida para aqueles viajantes que estão na transição de realizar seus sonhos. É um livro de viagem motivador, um guia direto de inspiração.

In all directions

Andrew Carson

O Andrew foi atropelado por um carro em Londres, um dia, quando saiu de casa. Depois de alguns meses de debates entre a vida e a morte, ele conseguiu se recuperar e, levando sua bengala e um chapéu com uma pena, dedicou-se a viajar pelo mundo.

Na Natureza Selvagem

Jon Krakauer

Quem não sonhou com uma vida na natureza, de se livrar de todos os laços que nos escravizam neste mundo hipertécnico? É o sonho de Henry Davir Thoreau e de tantos outros, mas muito poucos se atrevem a torná-lo realidade. Como Chris McCandless, que decidiu ir para o Alasca em busca da natureza selvagem. E ele falhou na tentativa, porque a natureza, afinal, é muito mais brutal do que a nossa imaginação quer acreditar.

Um livro emocionante, indispensável para aqueles que anseiam por um regresso à natureza. E para aqueles que sabem que é apenas um sonho.

Na Patagónia

Bruce Chatwin

Ainda estamos na América Latina, mas neste caso temos que descer ao sul, muito ao sul, até chegarmos a uma das terras mais maravilhosas e misteriosas do mundo: a Patagônia. Neste volume, que o autor escreveu depois de visitar a região por cerca de 6 meses, podemos encontrar histórias e personagens que parecem vir de outra época. Não há lugar como este:

“Patagónia! Ela é uma amante exigente. Ela enfeitiça-te. É uma feiticeira! Ela apanha-te nos braços e nunca te deixa ir.”

As veias abertas da América Latina 

Eduardo Galeano

Um trabalho que, embora publicado pela primeira vez há algumas décadas, nunca é errado incluir em sua biblioteca de leituras recomendadas. Este livro de Galeano fala sobre a situação histórica da América Latina, da colonização européia à era mais moderna. Curiosidade: depois da V Cúpula das Américas, o ex-presidente Hugo Chávez deu a Obama uma cópia deste livro! Você o leu? Seja como for, se você quiser saber mais sobre a história desta parte do mundo, não perca.

Comer, Orar, Amar

Elizabeth Gilbert

Este livro de viagem não é um dos melhores já escritos, mas achamos fácil de ler e entreter. A prosa do Gilbert apanha-te com a sua fluidez, anedotas e proximidade. Terminei “Comer, rezar, amar” em dois dias e graças a ele me mudei para os terraços de Roma, saboreando – até mesmo virtualmente – os pratos de carvão e de amador. Viajei para a Índia e no ar respirei caril, jasmim e incenso. E finalmente cheguei a Bali, a Ilha dos Deuses, um dos lugares mais curiosos e fantásticos do mundo.

On the road

Jack Kerouac

É, de fato, o livro de culto da geração beat e no qual você pode ler as aventuras que os protagonistas (romances, mas absolutamente real) viveram ao longo de uma viagem pelos Estados Unidos (com salto na Cidade do México incluído).

A história é uma mistura de idas e vindas, rebelião, confusão e algo absurdo, que nos ensina uma América dos 40-50 muito longe do que todos nós imaginamos. Às vezes provoca angústia, às vezes inveja, às vezes incompreensão e outras empatia absoluta. Uma coisa é certa: não é um livro que deixa ninguém indiferente.